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Reunião com prefeita debate lotação na saúde e recursos como uma das soluções

Reunião entre a prefeita Adriane Lopes (PP), membros da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), vereadores e Defensoria Pública debateu, nesta quarta-feira (2), a superlotação das unidades de saúde da Capital e soluções de médio e longo prazo. Segundo a prefeita, na última semana, a secretária municipal de Saúde, Rosana Leite, e outros membros da Prefeitura estiveram em Brasília para solicitar um aporte ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e a deputados federais. Conforme ela, o investimento obrigatório do município, por lei, é de 15%, mas atualmente Campo Grande investe 33%. A Prefeitura informou ainda que há um deficit de R$ 23 milhões no limite financeiro do MAC (Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar) e que solicitou ao Ministério da Saúde a atualização do valor. Apesar da autorização para esse reajuste, a portaria ainda não foi publicada. Durante a reunião, a Sesau explicou que já foram tomadas medidas para reduzir a superlotação das UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e dos CRS (Centros Regionais de Saúde), com a implementação do Plano de Contingência desde a semana passada. A principal ação do plano são as equipes volantes, que identificam as unidades com maior fluxo de pacientes e encaminham profissionais para reforçar o atendimento. Outra estratégia da secretaria é a imunização em escolas e instituições de permanência prolongada, como lares para idosos. A vacinação nesses locais começa ainda este mês. Conforme a secretária de Saúde, o atendimento nas UPAs e CRS da Capital cresceu 44% entre fevereiro e março deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Campo Grande segue absorvendo a demanda do interior, e muitos pacientes procuram as unidades para casos que poderiam ser resolvidos nas UBS (Unidades Básicas de Saúde). Segundo a Sesau, 80% dos atendimentos feitos nas UPAs e CRS poderiam ter sido realizados nas USFs (Unidades de Saúde da Família). O número de internações por SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) caiu 21% na comparação entre janeiro e março de 2024 e de 2025. A quantidade de óbitos também teve queda: foram 38 este ano contra 65 no mesmo período de 2024. Ainda conforme a secretária, grande parte dos pacientes estavam com síndromes gripais. Os vírus mais incidentes são o rinovírus, VSR (Vírus Sincicial Respiratório) e Influenza. Para Rosana, o alto índice de pessoas internadas por sintomas respiratórios ocorre pois muitos não vacinaram contra o vírus da Influenza.  Após uma semana de campanha de vacinação contra a Influenza, Capital vacinou apenas 6,6% da meta de 90% da população. Ao todo, 18.122 pessoas procuraram as unidades de Saúde do município para receber a imunização. O número de internações por SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) caiu 21% na comparação entre janeiro e março de2024 e de 2025. A quantidade de óbitos também teve queda: foram 38 este ano contra 65 no mesmo período de 2024. Ainda conforme a secretária, grande parte dos pacientes estava com síndromes gripais. Os vírus mais incidentes são o rinovírus, o VSR (Vírus Sincicial Respiratório) e o Influenza. Para Rosana, o alto índice de internações por sintomas respiratórios ocorre porque muitos não se vacinaram contra a Influenza. Após uma semana de campanha de vacinação contra a Influenza, Campo Grande imunizou apenas 6,6% da meta de 90% da população. Ao todo, 18.122 pessoas procuraram as unidades de saúde para se vacinar. No ano passado, o município não atingiu a meta de cobertura vacinal. Para este ano, a Sesau estuda a busca ativa de pacientes em suas residências. “A população não está indo se vacinar. Vamos ter que levar a vacina em casa? Talvez”, disse a secretária. Conforme a superintendente da Atenção Básica da Sesau, Ana Paula Rezende, apenas duas unidades básicas estão funcionando em horário estendido. “A USF Noroeste e a USF Tiradentes têm apresentado resultados muito positivos”, afirmou. Segundo ela, até maio, a USF Los Angeles também deverá funcionar até as 23h. A defensora pública Eni Diniz, que acompanhou a reunião, relatou que há muitas reclamações sobre a falta de leitos. Segundo ela, em outro período, a Defensoria entrava em contato com a Sesau para apurar a situação do paciente antes de judicializar o caso. Para ela, esse sistema estreitava a relação entre a Defensoria e o município. Para melhorar esse fluxo, a Defensoria sugeriu que a Sesau informe melhor as famílias dos pacientes sobre a real situação deles, pois muitos entram com solicitações judiciais sem saber o que de fato o paciente precisa. Ainda conforme a defensora, como o órgão atende populações vulneráveis, como idosos e crianças, será feita uma campanha de vacinação voltada a esse público. A prefeita Adriane Lopes destacou que o objetivo da reunião e do comitê é melhorar o atendimento à população. “Estamos enfrentando doenças respiratórias e apresentamos as estratégias que estão sendo implementadas em todas as unidades de saúde da Capital. Essas equipes estão atuando de forma pontual diante do aumento dos casos e dos agravamentos em muitos pacientes”, afirmou. Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas  redes sociais .

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By Thiago Gabriel

Sou um editor de notícias especializado em eventos políticos, econômicos e de jogos online.

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