Entregadores realizaram (31) motociata na Capital por melhores condições de trabalho. A paralisação dos entregadores de aplicativo é um movimento nacional que planeja seguir até terça-feira (01). A enquete do Campo Grande News questionou se os leitores acreditam que os entregadores de refeição por app recebem uma remuneração justa. A maioria dps leitores, 74%, votaram que não, enquanto 26% escolheram que sim. A paralisação recebeu o nome de “Breque dos APPs” e está acontecendo por todo Brasil, liderado por entregadores de São Paulo com apoio do movimento VAT-SP (Vida Além do Trabalho) e da rede de ativismo, Minha Sampa. Entre as reivindicações estão o pagamento mínimo de R$ 10,00 por entrega, aumento da taxa de R$ 1,50 para R$ 2,50 por quilômetro rodado, limite de três quilômetros para bicicletas, além do fim de agrupamento de entregas sem compensação. Essa foi a primeira motociata aconteceu na segunda-feira (31, a concentração ocorreu na Avenida Joaquim Dornelas, no Bairro Amambaí, região central de Campo Grande. De lá, seguiram pela Avenida Afonso Pena até a Praça do Rádio Clube. O iFood declarou que “está atento ao cenário econômico e estudando a viabilidade de um reajuste para 2025”, em nota enviada a VEJA. Segundo a empresa, o ganho bruto por hora trabalhada na plataforma é quatro vezes maior do que o valor do salário mínimo-hora nacional. Outra manifestação parecida ocorreu em 2021 em Campo Grande, onde os motoentregadores reivindicaram o reajuste e mudanças no pagamento das taxas mínimas. As questões ainda eram que o pagamento recebido pelo aplicativo não supre o gasto com gasolina. Na época, a empresa Ifood informou que atendeu a taxa mínima de entrega, que embora estabelecida em R$ 5,00, fica em média superior, de R$ 8 a R$ 9. Além do aumento de 50% no quilômetro rodado, para o atual, R$ 1,50. Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais .