A cada hora, em média cinco pessoas morrem vítimas de discussões e brigar no trânsito no país, de acordo com o Ministério da Saúde (DataSus). Pode ser corriqueiro ser testemunha de discussões “acaloradas” nesse ambiente quando presentes nessas situações. Nas respostas da enquete de ontem (25)a maioria, 85% evitam se envolver e saem do local. Enquanto 12% observam de longe o conflito e apenas 3% tenta intervir de alguma forma acalmando a situação. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Real Time Big Data, nos dias 18 e 19 de junho de 2024, mostra que quase 80% confessam ter xingado outros motoristas enquanto dirigem, além de 70% chegaram a fazer gestos ofensivos. Na análise do cotidiano, 66% afirmaram que já presenciaram uma briga entre condutores. “Hoje em dia não tem como você se intrometer, acaba sobrando para você. O mais correto é acionar a polícia”, conta Monica Oliveira pelos comentários na rede social do Jornal. Eduardo Franco faz parte da maioria e evita se envolver nessas situação e ainda brincou, “Fico filmando para mandar Campo Grande News . Brincadeira eu ligo 190 e caio fora. Mas graças a Deus só observei uma vez”. O temperamento e comportamento dos condutores são fatores cruciais para o andamento de um trânsito seguro e tranquilo. Esses conflitos podem comprometer a saúde mental dos envolvidos, em impactos psicológicos duradouros. A sensação de impunidade pode ser um fator que aumenta essa agressividade no trânsito. Com intuito de diminuir a violência viária, foi criada o projeto de lei 5130/23, que busca introduzir uma nova infração de trânsito no CTB (Código de Trânsito Brasileiro). O objetivo é com a punição, forçar os condutores a repensar antes de se envolver em discussões no trânsito. Nessa mesma linha, o projeto de lei 3575/21 propõe que motoristas que realizarem gestos obscenos ou injuriosos enquanto dirigem sejam punidos com multa de R$ 88,38 e adição de três pontos na carteira. O projeto aguarda o parecer da Comissão de Viação e Transportes. Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais .